O tempo pergunta ao tempo...

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Recentemente, estando eu em fervilhante atividade bloguística e internética, resolvi fazer um estrugido (ou refogado, para quem preferir) para cozinhar arroz (obrigada diuska). E lembrei-me de um filme que se chamava O Feitiço do Tempo, em que um desgraçado acordava no mesmo dia, vezes sem conta, vivendo sucessivamente os mesmos acontecimentos. 


Peguei nas cebolas, cortei aos pedaços, coloquei na panela e juntei azeite. Liguei o fogão e fui para o PC. Quando regressei ao fogão (loooongos minutos mais tarde) os pedaços de cebola estavam carbonizados. Repeti o processo: peguei nas cebolas, cortei aos pedaços, coloquei na panela e juntei azeite. Liguei o fogão e fui para o PC. Quando regressei ao fogão... o mesmo! 


Da primeira vez não estranhei, mas à quarta vez, e depois de esgotar o stock de cebolas, achei por bem parar o processo e deixar-me estar sossegada no PC. Estranho! Detesto estes fenómenos paranormais. Não os consigo controlar, ainda.


os meus animais preferidos são o ligre e o cabeça-de-cão-cadela-mosca