Archive for Novembro 2009

California Working



...5 anos depois!


A primeira vez que ouvi alguém cantar bem "ao vivo" arrepiou-me quase até às lágrimas.


Já lá vão muitos anos e foi uma colega, cujo nome ou outras características já não me recordo, mas lembro-me que a meio da noite, numa praia, abriu a goela e desatou numas cantorias sentidas que me deixaram cheia de inveja. Como é possível haver gente que faça "aquilo" com a voz?


Nestes anos todos já fui a muitos concertos e já ouvi muita música, mas com o Jay Jay voltei a ter a mesma sensação. Talvez pela escassez de instrumentos a voz do sueco tenha ganho um maior protagonismo, e lá voltei a sentir aquele arrepiozinho que me deixa com pele de galinha e lágrima no canto do olho.


Não foi um mega concerto. Não foi um espectáculo como manda o figurino. Diria até que lhe faltou alguma "originalidade" na performance, mas o senhor sabe cantar. Foi como ouvir o CD, em directo.


O ambiente foi estragado pela meia dúzia de anormais que resolveram "bater palminhas" para acompanhar o ritmo! Uma verdadeira heresia neste caso.

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Quem é que nunca guardou um caderno no frigorífico ou um gelado numa gaveta?


Com isto de passar (pelo menos) 1/3 do meu dia ligada à rede, às vezes, distraidamente, desempenho pequenos gestos quotidianos em modo tecnológico.


Há dias, enquanto fazia uma compra na Internet e cheguei ao campo "Introduza os Dados do Cartão", dei por mim à procura de uma ranhura no PC para introduzir o cartão multibanco. Ainda estive uns bons 10'' absorta na busca...

Reis da Conveniência

Teoria do Big Bang



Desde a estreia de séries como CSI, 24, Lost (and so on) a televisão nunca mais foi a mesma. Há séries para todos os gostos e feitios, que se estendem ao longo de várias temporadas e mantêm os fãs agarrados, que religiosamente fazem os seus downloads meses antes da estreia no país.

Conheço pessoas que seguem 14 séries! Não fosse quem se confessa gente de bem, séria e de palavra duvidava seriamente que tal proeza fosse possível.

Tenho andado a saltitar de série em série e admito que nunca fiquei viciada em nenhuma delas, embora ache que há muita coisa boa por aí. Julgo que esta infidelidade televisiva se deve à minha falta de método.

No entanto, e seguindo a minha já habitual linha tradicional, há uns tempos atrás apaixonei-me perdidamente por uma: A Teoria do Big Bang. É uma sitcom americana (daquelas com 25 minutos e gargalhadas enlatadas), com 4 geeks socialmente inaptos e uma loira burra.

Uma delícia!

Fica um best of do Sheldon, o meu preferido. Desde o Tom Cruise em "Cocktail", nunca mais tinha tido um fraquinho por uma personagem. Não é tão bonito, mas é ligeiramente mais inteligente.