O "Vitória"


De acordo com a zona geográfica pode também ser o "Boavista".

E de perfil...


Precisa de dono:)

Meia-de-leite com Caramelo


A "Menina"


Em princípio tem dono... É a única rapariga da ninhada!

O "Meia-de-Leite"


Este ficou fofo nos últimos dias. É uma simpatia...
ALGUÉM O QUER? Não tem dono:(

O "Farrusquinho"


Este precisa de ser adoptado!!!!
ALGUÉM O QUER??

O "Caramelo"


Também já está reservado, não confirmado...

O "Permanentes"


É giro, mas já tem dono...

A Malta!


Já nasceram!

São 6, são giros e são grátis!

Os cãezinhos, fruto do acto malvado do preto vadio, já nasceram. 3 meninas e 3 meninos.

Aceito encomendas.

Em breve fotos.

www.tapetevoador.eu



Para quem ainda não sabe, esta é uma Agência de Viagens que abriu recentemente e com um conceito bastante diferente do habitual.

Aqui não vendem viagens, vendem experiências. Quem gosta daqueles pacotes "tudo incluído" para ficar fechado num resort, pode passar à frente... Mas quem gosta de aventura, descobrir e fazer parte de outras realidades culturais, quem mais do que um turista é um viajante, este é sítio certo para programar as próximas férias.

Parece um anúncio publicitário, mas não é. É apenas o novo projecto de uma pessoa muito querida, no qual acredito. Parece-me uma ideia fresca, para nos ajudar a planear as férias.

Espreitem:

www.tapetevoador.eu

Faça Já a Sua Reserva!


E eis que um dia acordei e tinha 30 anos.
A primeira coisa que me veio à memória foram as minhas visitas ao Centro de Saúde, quando ia levar a vacina. Lembro-me de quando as enfermeiras escreviam, a lápis, num dos cantos superiores do boletim, a data do nosso seguinte encontro. E recordo-me de pensar, sempre, que ainda faltava muito tempo e das dúvidas e projecções sobre o futuro.

Os 30 seriam, possivelmente, ao lado do Tom Cruise em Hollywood, a beber uns gins tónicos, numa espreguiçadeira na piscina.

Hoje sei que isso jamais seriam possível, uma vez que nunca me adaptaria a Los Angeles e porque a Cientologia “it’s not my cup of tea”. E para tristeza do Tom, aqui estou eu, com 30, a milhares de quilómetros de distância.

Hollywood à parte, quando acordei com 30, como seria de esperar, senti aquela necessidade impulsiva de marcar a data com um “post” profundo e sentido sobre o antes, o agora e o depois. Sobre as doces memórias do passado e os desejos ardentes do futuro.

E desejo creio ser a palavra certa para descrever o que virá mais adiante... Oh yeh!

Decido então, em jeito de comemoração, dar um belo passeio na companhia, como não, da Mosca. Para os que ainda não sabem (shame on you) a Mosca não é uma mosca daquelas que voam. É o cão mais bonito do mundo.

Lá íamos nós. Eu e a Mosca, em passeio feliz pelo centro da cidade. Eu ia feliz com 30 e a Mosca ia feliz comigo (achava eu).

Nada parecia abalar a nossa auto-confiança quase infantil, até que algo sucedeu…
Depois de termos sido perseguidas por um preto cabeludo (e refiro-me a um cão), a Mosca virginal soltou-se, fugiu-me e foi vilmente violada, à frente dos meus olhos e dos que ali passavam.

Como me parece lógico, ninguém fez nada, enquanto eu, desesperada, corria atrás do casal sedento de desejo.

Quando por fim os consegui alcançar e os apanhei imóveis no meio do jardim, depois de pelo menos um quilómetro de corrida (para mim e para estes Romeu e Julieta de quatro patas), julguei que o idílio amoroso teria terminado e reclamo para os meus braços aquele doce ser peludo, de nome Mosca. É quando me apercebo que afinal é verdade que, muitas vezes, quando os cães copulam é quase impossível separá-los. Era deixá-los aos dois ou trazê-los colados. O verdadeiro “tudo ou nada”.

A lembrança deste momento deixa-me algo atormentada, porque o cenário era algo patético: ali estava eu, uma trintona, a suar em bica e com a face da cor das rosas do jardim onde me encontrava (que variavam entre o vermelho sangue e o amarelo peido), bem no centro da cidade, em hora de ponta (só faltava o Tom Cruise a um canto a desfazer-se a rir), enquanto com uma mão tentava arrancar, daquele pénis assassino, a bicha (cada puxão era acompanhado por ganidos de dor profunda desta) e com a outra dava chicotadas secas com a trela ao negro assanhado, que manchava, publicamente, a honra desta donzela. Claro que a toda esta cena assistia um público variado e significativo, num riso debochado. Por momentos muito breves senti que era eu, que ali, onde nasceu Portugal, me entregava sem vergonha nem pudor, aos prazeres da carne.

Eis quando Deus (em retribuição por não ter entregue a minha alma à cientologia) me colocou no caminho um jardineiro com um balde na mão e uma fonte a jorrar água abundante, a escassos metros.

O que se passou a seguir é previsível, mas só para os que têm dúvidas, depois de lhe atirar com balde de água, sim, eles “deslargaram-se”.

Isto para dizer que tenho 30 anos, abdiquei de uma vida “glamourosa” nos States – contra os prognósticos do meu boletim de vacinas – mas em breve terei outra ninhada de cães.

Faça já a sua reserva!!

Em breve levo outra vacina e vejo-me, aos 40, com uma Mosca castrada.

The Architec

What is the architect doing?
He is by the riverside
What is he thinking out there?
He is committing egocide
Now isn't that a strange thing?
Well, to him it feels just
Oh we guess a person's gotta do
What a person feels he must

He said:
"I won't throw myself from the pier
I'm gonna go home and shut up for a year
And when the year is over I'll reappear
And have a solution"

I've reason to believe that what I find
Is gonna change the face of humankind
And all these years before, well I was blind
That's my conclusion

Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect

Now the man has understood
That outerspace is overrated
About all the problems on this Earth we should
Worry now to solve them later
And so he's brooding and alluding on a perfect design
He thinks that working on behalf of himself is a crime
He flashes out by the water, a view so divine
He's the architect of his own fate, a man in his prime

He said:
"I won't throw myself from the pier
I'm gonna go home and shut up for a year
And when the year is over I'll reappear
And have a solution"

I've reason to believe that what I find
Is gonna change the face of humankind
And all these years before, well I was blind
That's my conclusion

Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
(That's it, we're going to make it)
(Don't let up)
(Don't let up or we won't make it)
(Don't let up)
(Don't let up or we won't make it)

And so he drew himself a pentagon
Thinking it through a geodesic dome
From the coast of Tahiti to the hills of Rome
Step aside cause the man will take the Nobel prize home

He said:
"I won't throw myself from the pier
I'm gonna go home and shut up for a year
And when the year is over I'll reappear
And have a solution"

Now if these aspirations bother you
Well you are just you, you don't have a clue
I'm sticking to the plan, I will see it through
Let there be no confusion

Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect

dEUS "The Architec" (Vantage Point)

O Arquitecto

Sabes quando desejas (ou receias) estar grávida e de repente só vês crianças e mulheres grávidas na rua? Ou quando descobres "o" modelo perfeito de sapatilhas e de repente vês 27 pessoas no mesmo dia com umas iguais? Quando reparas num modelo de carro "super giro" que nunca tinhas visto e afinal até o teu vizinho tem um igual há 5 anos?

Pois bem, existe uma raça no mundo, da qual eu já tinha ouvido falar, mas nunca tinha conhecido pessoalmente: os Arquitectos. De repente, metade das pessoas que conheço são isso. O colega de casa do irmão, o melhor amigo do amigo, os 2 que costumam estar naquele sítio, aquela rapariga tão fixe, aqueles dos dois blogs, metade da mesa naquele jantar e a pessoa que está a "arquitectar" a tua casa (o que neste caso até será normal)...

São gente estranha, que repara em coisas estranhas e faz comentários estranhos e fala em conceitos e espaço e ambientes!

A pergunta mais descabida que ouvi nos últimos tempos foi:

- "Onde queres a luz no quarto?"
- "Bem no centro do tecto, ora bolas! Dhaaa..."

P.S. - Obrigada Diuska, por tornares este post possível.